Amor & Caridade

Amor & Caridade

AMOR & CARIDADE

Dificuldades?
Nao perca tempo, lamuriando.Trabalhe.

Incompreensões???
Nao busque torná-las maiores, através de exigências e queixas. facilite o caminho
.
Tristezas? afaste-se de qualquer disposição ao desânimo.
André luiz-"Coragem"

terça-feira, 14 de setembro de 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

PROGRAMA FANTÁSTICO DE 12/09/2010



Chico Xavier, o guia espiritual de milhões de brasileiros, o homem que consolou famílias e transformou vidas, morreu há oito anos e deixou um segredo, um código secreto, uma senha que ele usaria do além, de acordo com a crença espírita, quando voltasse a falar com os vivos.

O Fantástico investigou esse código, falou com as únicas três pessoas que conhecem o segredo. E, durante essa investigação, nossos repórteres descobriram um novo mistério: segundo os espíritas, o guia espiritual de Chico Xavier, conhecido como Emmanuel, teria reencarnado na Terra, mais precisamente, em São Paulo, e seria um menino de 10 anos.

Três pessoas guardam o código secreto de Chico Xavier: o filho adotivo, o médico e a amiga. Eles ainda vivem em Uberaba, a cidade do interior de Minas Gerais que se tornou a capital espírita do país.

“Um dia eu falei com ele, tio Chico e quando o senhor for embora?”, revela a amiga do líder espiritual, Cátia Maria.

“Nós temos uma maneira de saber que é o Chico Xavier”, conta o médico Eurípedes Tahan.

“Ele era um homem prudente, que pensava em tudo”, afirma o filho adotivo de Chico Xavier, Eurípedes Higino.

O espírita mais famoso do Brasil pensou em uma senha, uma forma de garantir a autenticidade de uma possível carta que ele enviaria do além.

“Você vai ficar sabendo quando eu mandar. Então, vai vir estas três palavras”, Chico Xavier teria dito à amiga Cátia. “Cada um tem uma palavra. Cada um tem seu segredo”, diz ela.

“Isso nos dá a maneira da gente certificar se é do Chico Xavier”, confirma o médico.

“Meu segredo? Guardo comigo. É uma palavra que vindo do Chico você não esquece jamais”, conta Cátia.

O médico Eurípedes Tahan afirma que não sabe qual é a palavra que Cátia guarda.

Os guardiões do código receberam a senha oito anos antes de Chico morrer. “Ele dizia que ele ia desencarnar no dia que o brasileiro estivesse muito alegre. Coincidentemente foi no penta, dia 30 de junho de 2002”, diz o filho adotivo dele.

Nem na morte, Chico queria fazer alarde. Preferia manter a mesma discrição que teve enquanto vivo. “A minha vida particular tinha muito pouco interesse diante do trabalho deles junto à nossa vida comunitária, distribuindo paz, esperança, verdade e amor, através dos livros e mensagens que eles têm escrito constantemente desde 1927”, conta Chico em gravação de 1979.

Ao todo, Chico Xavier psicografou, ou seja teria recebido dos espíritos, 412 livros.

“Nosso Lar”, o mais famoso, vendeu quase dois milhões de exemplares. A obra, que teria sido ditada pelo espírito de André Luiz, descreve a vida depois da morte, segundo a doutrina espírita.

“O Chico, por mais que ele não seja o autor de fato, é o carteiro. Ele é o meio por onde ele trouxe isto”, ressalta o diretor do filme, Wagner de Assis.

A história publicada em 1944 se transformou em filme sobre o comando de Wagner de Assis. “Sempre me atraiu muito a força dessa história, como drama, como paradigma humano. Para mim, aquela transformação daquele homem que vence a si mesmo sempre era muito importante”, comenta o cineasta.

O personagem é André Luiz, um médico que só depois da morte teria percebido que não cumpriu sua missão na vida. Por isso, de acordo com o espiritismo, antes de chegar à cidade em que os espíritos aprendem a evoluir, tem de passar um tempo no umbral, uma espécie de purgatório.

A equipe diz que durante as gravações aconteceram coisas do além. “Nós estávamos filmando a entrada do personagem na cidade e eu comentei: ‘essa hora ia ser bonito se umas borboletas revoassem, mas não dá para você fazer isso, se você não planejou, não arrumou as borboletas. E o que aconteceu foi que quando eu vi o resultado da cena na tela, eu vi uma borboleta voando lá e passando literalmente para dentro da cidade junto com eles”, conta Wagner de Assis.

Uma espécie de hospital para curar espíritos recriado no cenário das filmagens acabou se transformando em um local especial para os atores. “O pessoal que estava cansado, pressão alta, dor de cabeça, brigou em casa, ia lá dava uma deitada e, segundo todos, dava uma energizada no hospital”, afirma o diretor do filme.

“Ficou um lugar de conforto, um lugar de ficar melhor. Dizer que tinha entidades que circulavam provavelmente tinha”, relata o ator Fernando Alves Pinto.

Em apenas cinco dias, “Nosso Lar” foi visto por mais de um milhão de espectadores, um recorde de bilheteria. Agora, o filme lidera a votação nacional para a indicação ao Oscar, ao lado de outro filme sobre Chico Xavier, dirigido por Daniel Filho.

O ator Paulo Goulart participa dos dois longas. “O filme do Daniel é muito mais documental, mostrando o que foi a vida dele. O “Nosso Lar” não, mostra o lado transcendental, que é uma grande curiosidade, muito bem realizado também. O que é a vida do outro lado?”, explica.

O ator Nelson Xavier também não acreditava em vida do outro lado, não acreditava nem em Deus até encarnar no cinema o personagem que acendeu sua fé. “Eu sempre fui ateu, mas a experiência com o Chico foi uma coisa tão reveladora”, revela.

A semelhança do ator com Chico Xavier impressionou o público. Para Nelson, a entrega teve uma explicação sobrenatural. “No primeiro dia de filmagem, eu pedi que ele estivesse comigo e eu senti isso. E ele me acompanhou sempre”, conta o ator.

Nelson Xavier diz ainda que se tornou muito menos exigente, muito mais paciente e tolerante. O ator se emociona: “é um prazer poder falar dele para muita gente, porque eu devo isso a ele”, diz.

Já Chico dizia que tudo o que tinha devia aos seus mentores espirituais, especialmente, Emmanuel.

Em 1998, Chico revelou um segredo sobre Emmanuel para um pequeno grupo de espíritas. “Em uma noite, era aproximadamente 01h20, quando ele fez um relato de que Emmanuel aparecera a ele, dizendo que iria reencarnar”, revela o amigo de Chico, Divaldinho Mattos.

Segundo os espíritas, Emmanuel reencarnou em março de2000. Hoje, seria um menino de 10 anos. Mas onde estaria?

“É uma pergunta que intriga muitos estudiosos. A verdade é que ele está reencarnado no estado de São Paulo e vai agir na educação. Quem sabia onde estava reencarnado Emmanuel, somente Francisco Cândido Xavier”, diz Divaldinho.

Enquanto pode, Chico trabalhou. Não negava esforços para atender a todos e filas intermináveis se formavam na frente da casa do médium. Pessoas que acreditavam que seria possível se comunicar com entes queridos que tinham morrido.

“Eu procurei o Chico em uma fase muito difícil da minha vida, quando eu perdi o meu filho Leonardo”, conta a cantora Wanderléa. Leonardo tinha apenas dois anos quando morreu afogado na piscina de casa.

“Eu e o Lalo estávamos muito desesperados e nós recebemos uma mensagem do Chico. A mensagem foi linda, dizendo coisas assim, no sentido de ter esperança”, afirma ela.

A cantora Wanderléa foi apenas uma de muitas mulheres que se consolaram com mensagens de Chico. A dor e a busca por esperança são tema de "As mães de Chico Xavier". O próximo filme sobre o líder espírita só estreia ano que vem, mas o Fantástico revela cenas em primeira mão. No longa, a vida de três mulheres é transformada após o encontro com Chico.

Na vida real, as cartas psicografadas por ele mudaram o desfecho de três julgamentos. João Francisco de Deus, acusado de matar a esposa, hoje é um homem livre, graças a uma dessas cartas.

“Eu tenho que dizer para todo mundo que existe vida depois da morte”, afirma João.

João era casado com Cleide, uma bancária que em 1975 foi eleita miss Campo Grande. Um dia, depois de uma festa, os dois estavam no quarto quando a arma de João disparou. Desesperado para provar que teria sido um acidente, ele buscou a ajuda de Chico Xavier.

O júri popular considerou a mensagem que teria sido enviada a Chico Xavier por Cleide e absolveu João por unanimidade. “Eu nunca tive a intenção de que mensagens recebidas por mim pudessem atuar em qualquer setor judiciário”, contou Chico em entrevista de arquivo.

A família da vítima não aceitou a sentença e entrou com recurso, mas, no segundo julgamento, a carta, que teria sido psicografada, também foi levada em conta e o tiro foi considerado acidental.

Por isso, João acabou condenado apenas por homicídio culposo, sem a intenção de matar. Ele não chegou a cumprir pena porque, quando todo processo terminou, o crime já havia prescrito. João se casou novamente e deu o nome da primeira mulher para a filha do segundo casamento.

“Procuro me vigiar, me policiar. Eu quero me tornar uma pessoa generosa, porque eu não posso negar isso. Faz parte da minha vida agora”, ressalta João de Deus.

O homem que transformou vidas deixou cerca de dois milhões de seguidores e um número ainda maior de simpatizantes. Deixou também um último segredo.

“Quando você me passa um segredo, vai morrer comigo. Então, o segredo que ele falou a gente jamais vai passar para a frente”, declara Cátia Maria.

“Eu não vejo a necessidade de passar para ninguém”, diz o médico Eurípedes Tahan.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VII Fórum da Integração - Uruguaiana

Escrito por Andrea Fontoura - DECOM 7ª CRE

Com a participação de mais de 100 irmãos vindos das cidades que compõem a 7ª Região (Alegrete, Itaqui, São Borja, Uruguaiana e Quaraí), realizou-se em Uruguaiana no dia 24 de julho, das 15 horas às 21 horas, o VII Fórum da Integração com a temática LIDERANÇA E SUSTENTABILIDADE.

De forma dinâmica e participativa, foi uma tarde de debates, análise da situação atual do movimento espírita regional e integração do irmão da região.

Dividido em três eixos, os debates foram assim tratados:

1º eixo:Desenvolvimento de lideres espíritas, um desafio! Debatedores: Leonardo Liscano -UME Uruguaiana, Mabel farina, UME Itaqui, Luis Paulo - UME Itaqui e Juares Miranda - UME Uruguaiana com mediação da presidente da FERGS - Maria Elisabeth Barbieri. Foi debatida a questão da mudança de forma da liderança, onde o líder não é mais o "chefe" e sim aquele que dá exemplo, que auxilia; o líder servidor. Neste eixo foi tratado também que desenvolver novos líderes não é tarefa fácil, pois antes de se tornar um líder, deverá ser colaborador da casa espírita. A formação de líderes espíritas deve ser prioridade para o movimento espírita, criando oportunidade de desenvolvimento do trabalhador através de cursos, do incentivo e dando sempre a assistência e o incentivo necessário.

2º eixo: Sistema Econômico atual do movimento espírita - Debatedores: Beth Barbieri, presidente FERGS, João Elias Lançanova – UME Alegrete, Pedro Bouchet, UME São Borja – Mediador: Leoni Echeverry – UME Uruguaiana. Neste eixo foi levantada a questão que no movimento espírita as pessoas tem uma sensação de desagrado em falar sobre dinheiro, mas é necessário. Em questão doutrinária uma mão não deve saber o que a outra dá, mas na área administrativa, é preciso transparência, mostrar o que está sendo feito, prestar contas. Salientou, também, a importância de interagir com a sociedade, convidar os empresários das cidades a conhecerem os trabalhos das casas espíritas, buscar parcerias, mostrar o nosso “produto”, pois as instituições tem algo muito importante a oferecer, um trabalho social voluntário que trará muitos benefícios para quem doa.

3º eixo: Gestão Sustentável - Projetos e Parcerias – Debatedores: Beth Barbieri, presidente FERGS, Ana Cristina Schunemann - UME Uruguaiana, Valdir da Rosa e Pedro Bouchet- UME São Borja. Mediador: Paulo Henrique Brum - UME Uruguaiana – Aqui se salientou a necessidade de estudar o que fazer a partir deste fórum em termos de sustentabilidade regional. O líder não pode mais sentar para apresentar dificuldades, mas sim para apresentar soluções. A participação de cursos na área de Gestão, trabalhando gestão de resultados, a realização do Curso de Capacitação Administrativa (CCA), se desejamos participar da sociedade, devemos nos capacitar melhor para isto. Explorar a área de elaboração de projetos, pois há grande numero as empresas comprometidas com a responsabilidade social em nosso pais, sendo apenas necessário a apresentação de um projeto bem feito e as casas estarem com a documentação administrativa e fiscal em dia e buscar o cadastramento nos Conselhos Municipais de Assistência.

A União Municipal Espírita de Uruguaiana agradece a participação de todos os presentes neste evento, onde compartilhamos realidades e experiências diferentes de cada cidade, trazendo um crescimento não apenas como trabalhadores de casa espírita, mas para o Movimento Espírita como um todo.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

G1 - Filme 'Nosso lar' registra a melhor bilheteria na estreia desde os anos 90 - notícias em Pop & Arte

No primeiro fim de semana, título faturou R$ 6,2 milhões.
Cerca de 580 mil pessoas assistiram ao filme em todo o país.

O filme ‘Nosso lar’, longa-metragem inspirado no livro homônimo de Chico Xavier, registrou a melhor estreia de um filme brasileiro desde o renascimento do cinema nacional nos anos 90.

Veja o site do Jornal da Globo

Entre sexta-feira (3) e domingo (5), faturou R$ 6,2 milhões e foi visto por 580 mil pessoas. Em termos de bilheteria, já é a melhor estreia. Em termos de público, é a segunda melhor. Só perde para outro filme inspirado em Chico Xavier, justamente a biografia do medium, que estreou em abril.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Encerramento Sopão 2010

a prova da canja


MAIS DO MESMO

01/09/2010 - 07h02
"Temos o direito de falar de tudo no cinema, inclusive no que acontece depois da vida", diz o diretor de "Nosso Lar"
ALYSSON OLIVEIRA
Especial para o UOL, do Cineweb

O diretor Wagner de Assis no set do filme "Nosso Lar", inspirado em romance psicografado por Chico Xavier

FOTOS DO FILME Que ninguém venha dizer ao diretor Wagner de Assis que seu segundo longa, “Nosso Lar”, é um filme espírita. “É uma história sobre a condição humana, sobre o resgate e a jornada de um homem. A diferença é que se passa num outro plano”, argumenta o cineasta, que também assina o roteiro, baseado no livro homônimo psicografado por Chico Xavier.

O longa, que estreia na próxima sexta (3), tem como personagem central André Luiz (Renato Prieto), um médico que morre e chega ao plano espiritual, onde irá aprender sobre a vida na Terra e no pós-morte. Assis, que em seu currículo tem “A Cartomante” (2005), sabia que estava diante de vários desafios, entre eles, como levar o público que não é espírita para ver o seu filme. “Essa foi a proposta desde o nascimento do projeto. Não queríamos fazer um filme para qualquer gueto e sim um filme universal. Temos o direito de falar de tudo no cinema, inclusive no que acontece depois da vida”, declarou em entrevista ao UOL Cinema.

A relação de Assis com o livro “Nosso Lar” vem desde a década de 1980. Quando terminou “A Cartomante”, ele procurou a Federação Espírita Brasileira, detentora dos direitos da obra, com a proposta de levá-la para o cinema. “Meu argumento foi que eu daria tudo o que a história merecia para se transformar num filme e chegar a muitas pessoas”. O resultado é um filme cuja produção está orçada em torno de R$ 20 milhões, repleto de efeitos especiais e a expectativa de uma das maiores bilheterias nacionais do ano, além de possíveis vendas para países como Rússia, Alemanha e Estados Unidos.



TRAILER
O diretor acredita que vivemos uma época em que as pessoas estão mais interessadas em filmes sobre amor, paz e esperança, o que explicaria, fora a possibilidade de altas bilheterias, a explosão de filmes tendo como tema ou pano de fundo o espiritismo, como “Chico Xavier”, “Bezerra de Menezes” e outros ainda inéditos, como “As Mães de Chico Xavier” e “O Filme dos Espíritos”. “Espero que as pessoas estejam mais abertas ao tema e deixem de lado qualquer tipo de preconceito. ‘Nosso Lar’ é um filme para fazer pensar, para que o público questione sua vida e o que pode acontecer depois da morte. Não pretendemos fazer ninguém mudar de religião, apenas pensar”. Assis adianta que, dependendo do sucesso de “Nosso Lar”, poderá levar ao cinema outros livros psicografados por Chico Xavier, como “Os Mensageiros”.

Das páginas para a tela
Ao roteirizar “Nosso Lar”, o diretor deixou de lado muitas histórias, centrando a espinha dorsal na jornada de André Luiz e das pessoas, dos dois planos, que cruzam a vida do personagem. O contraponto a ele é Eloísa (Rosane Mulholand, de “Falsa Loira”), jovem que morre e não se conforma com isso, fazendo de tudo para voltar para a Terra e rever o noivo.

“Boa parte daquilo que se vê no filme já estava no livro. Como a arquitetura da cidade Nosso Lar, a praça com a estrela de seis pontas. Depois, pesquisando, descobri que isso é um símbolo bastante comum em várias religiões”, explica o diretor. Outro elemento que veio direto do livro é a muralha que cerca a cidade. Para criá-la, foi necessário construir um muro de 70m de comprimento, por 7m de altura, numa fazenda no Rio de Janeiro.

Muito depende também dos efeitos realizados por uma empresa canadense chamada Intelligent Creatures, que foi responsável por filmes como “Babel” e “Fonte da Vida”. “Os efeitos visuais do filme foram uma descoberta para nós. O trabalho de pós-produção, para deixar o filme com um belo acabamento, foi muito duro”. Os técnicos canadenses, no entanto, não são os únicos nomes estrangeiros nos créditos de “Nosso Lar”, que foi fotografado pelo suíço Ueli Steiger (que trabalhara no Brasil com “Do Começo ao Fim”). A trilha é do celebrado compositor Philip Glass (“As Horas”).

Já os cenários das casas da cidade Nosso Lar foram inspirados no estilo art déco. O Umbral, uma zona intermediária, uma espécie de purgatório, baseou-se nos desenhos e pinturas do francês Gustave Doré (1832-1883), especialmente as ilustrações que ele fez para livros como “O Paraíso Perdido”, de Milton, e “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Alma Humana

Primeira Fotografia da Alma Humana




Uma operação cirúrgica que se complica uma paciente morta e uma foto misteriosa que oferece uma versão surpreendente do que sucedeu na sala de operações. De fato, pela primeira vez na história se consegue plasmar no papel a imagem da alma humana. Um acontecimento fora do normal revolucionou ao mundo médico e científico, reformulando uma vez mais a possibilidade da vida depois da morte.

Tudo começou com uma intervenção cirúrgica num hospital de Frankfurt Alemanha. A paciente faleceu sobre uma mesa de operações, mas o insólito do caso viria dias mais tarde, quando uma das fotos tomadas durante a operação revelou a existência do espírito da mulher. Tudo isto, pegou por surpresa a pesquisadores e céticos, já que a foto existe e muitos puderam vê-la.


Uma operação sem riscos
Quando Karin Fischer, uma dona de casa alemã de 32 anos, foi internada no hospital Frankfurt para submeter-se a uma operação, estava muitolonge de imaginar a surpresa e as conseqüências que traria sua estadia na sala de operações. De fato, também não suspeitava que fossem seus últimos momentos de vida. A intervenção a que ia submeter-se, ainda que não fosse simples, também não era de alto risco; iam corrigir-lhe umas válvulas defeituosas que tinha implantada no coração. Mas algo saiu mal e uma série de complicações fez com que seu coração deixasse de bater depois de quarenta e cinco minutos do início da operação. Nos controles, o monitor cardíaco assinalava o estado de morte com uma linha reta que percorria a tela. Nenhuma das doze pessoas da equipe viu nada do que revelava a fotografia.

A fotografia surpresa
No momento de seu falecimento, Karin se encontrava rodeada de doze pessoas, todos eles membros da equipe de cardiologia: médicos, técnicos e enfermeiras comprovaram como todos os esforços para tentar reavivá-la eram inúteis. O professor Peter Valentín, diretor do Departamento de Divulgação Didática do hospital também estava na sala de operações. Naquela ocasião sua tarefa consistia em manejar umacâmara de fotos. É muito freqüente que, durante as intervenções, que se fotografe, ou se filme o trabalho dos cirurgiões; a fotografia ou filme é utilizado depois, para a divulgação científica, os arquivos médicos e, sobretudo, para as classes universitárias na faculdade de Medicina. Também foi o professor Valentín quem, poucos dias depois, depois de recolher o carretel do filme no laboratório e ver as cópias, não pôde conter sua surpresa. Uma das fotografias mostrava, com toda clareza, como uma forma humana, difusa e transparente, elevava-se para o teto com os braços abertos. Era a foto de um espírito e além disso, estava saindo do corpo da falecida! O Papa JOÃO PAULO II recebeu uma cópia e os pesquisadores do Vaticano a estão analisando. Peter Valentín não saía de seu assombro enquanto escutava as palavras do técnico em fotografia. A foto era autêntica! Um estudo mais profundo e detalhado levava à mesma conclusão: não exisitia montagem, não existia truque algum. Ademais, como se fosse uma ironia, na imagem podia ver-se claramente a tela do monitor no momento em que a paciente expirava, coincidindo com o momento em que o espírito saía de seu corpo. Ninguém tinha visto nada; a alma é invisível aos olhos humanos.

O professor Valentín decidiu comentar o caso com o pároco do hospital, um padre bastante lúcido e pouco amante de perder o tempo com trivialidades. Sua primeira reação foi a de exclamar: "Céu Santo, é um alma humana!". O padre fez questão de divulgar a notícia: pela primeira vez alguém conseguia fotografar uma alma. Remeteram-se cópias a muitos centros religiosos de toda Europa, bem como aos maiores estudiosos do tema. A resposta da Igreja foi imediata: o Papa JOÃO PAULO II pediu que se lhe enviasse uma foto para estudá-la nos laboratórios do Vaticano. Não existe ainda uma resposta oficial da Santa Sé; mas a foto já foi recebida e os técnicos de Roma continuam pesquisando. Suas primeiras impressões são positivas: tudo parece indicar que não há truque e que a foto revela a verdade: um espírito humano saindo de um corpo que acaba de falecer.


A Ciência se pronuncia
Um dos estudiosos da matéria que recebeu a fotografia é o doutor Frank Müller, cientista alemão que se dedicou a pesquisar exaustivamente oinsólito documento. É a primeira vez que se obtém a imagem, da alma humana. Sua conclusão foi definitiva: é a prova que faltava, o que muitos têm procurado desde sempre. Segundo ele, a alma das pessoas tem uma vida eterna depois de deixar o corpo físico. A seu entender, isto é uma confirmação do que é narrado pela Bíblia, e sem truque possível, já que os melhores técnicos estudaram a foto durante várias semanas, com os aparelhos mais sofisticados e o maior interesse. Para o Doutor Müller, está claro que sempre terá gente cética que se negue a acreditar na evidência, mas também, eles não têm uma resposta convincente, que explique a presença da imagem sobre o papel. É uma questão de extremos onde, uma vez mais, o inexplicável, tem um papel relevante. Não cabe lugar a mais estudos; a ciência demonstrou que é uma fotografia autêntica, sem truques ou montagens de nenhuma espécie. Agora só resta, aceitar as coisas como são sem maiores discussões. Enquanto isso, muitos sugeriram que poderia tratar-se da foto mais importante obtida, em todos os tempos.