Amor & Caridade

Amor & Caridade

AMOR & CARIDADE

Dificuldades?
Nao perca tempo, lamuriando.Trabalhe.

Incompreensões???
Nao busque torná-las maiores, através de exigências e queixas. facilite o caminho
.
Tristezas? afaste-se de qualquer disposição ao desânimo.
André luiz-"Coragem"

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Nova História do Espiritismo

Dos precursores de Kardec até Chico Xavier.
Acesse o links e conheça toda a história e imagens da época de Kardec.

BOA LEITURA!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Bastidores do Filme Nosso Lar- Estréia em 03 de Setembro.

Palestra Espírita

Indicado para todos os atuais e futuros palestrantes.

Baixe gratuitamente em pdf.

http://www.luzespirita.org.br/livro/lnpalestra.rar

O Dirigente Espírita

O Dirigente Espírita Eficiente e o

Dirigente Espírita Eficiente e Eficaz

por: Alkíndar de Oliveira

De forma comparativa podemos dizer que, como nosso corpo humano, o Espiritismo tem cabeça, tronco, membros superiores (braços e mãos) e membros inferiores (pernas e pés).

A cabeça.
A cabeça, por conter nosso cérebro, representa a iluminação. É ali que nossa mente utiliza do instrumento cerebral para – com o tempo – fazer brilhar nossa luz.
Num Centro Espírita a cabeça representa a evangelização.
O tronco.
O tronco, por conter nosso aparelho digestivo, representa a necessária assistência social.
Um parêntese: lembremos que a assistência social num Centro Espírita é importante e necessária, mas a evangelização, além de necessária é fundamental. Centro Espírita que presta assistência social, mas não evangeliza os assistidos, está cuidando apenas do importante, mas esquecendo-se do fundamental. E ambas (a importante assistência social e a fundamental evangelização) são necessárias.
Os membros superiores.
Os membros superiores - nossos braços e mãos - por estabelecer o contato com o próximo (um aperto de mão, um abraço carinhoso), representa o necessário relacionamento harmonioso entre os integrantes de um Centro Espírita.
Os membros inferiores.
Os membros inferiores – nossas pernas e pés – por assegurar o nosso caminhar, representa a necessária divulgação da Doutrina Espírita. É preciso caminhar também fora do Centro Espírita. É fundamental fazer como Jesus fazia: levar a Boa Nova para outras terras.
O dirigente espírita que trabalha com a cabeça, o tronco e os membros superiores, mas não trabalha com os membros inferiores, é um dirigente eficiente.
O dirigente espírita que trabalha com a cabeça, o tronco, os membros superiores e também com os membros inferiores é um dirigente eficiente e eficaz.
A diferença básica entre um dirigente espírita eficiente e um dirigente espírita eficiente e eficaz é que esse último, ao contrário do primeiro, não se isola no seu Centro Espírita.
O dirigente eficiente e eficaz, além de procurar relacionar-se bem com o pessoal do seu Centro Espírita, preocupa-se em irmanar-se com os demais Centros Espíritas, e mais: divulga a Doutrina além-muro, isto é, divulga-a para toda a comunidade, inclusive para os não espíritas (sem proselitismo e com respeito às demais instituições).
O dirigente espírita eficiente cuida muito bem do Centro Espírita que dirige. Mas só do Centro Espírita que dirige.
O dirigente espírita eficiente e eficaz cuida muito bem do Centro Espírita que dirige e – ao mesmo tempo – procura integrá-lo com os demais Centros Espíritas.
O dirigente espírita eficiente não divulga o Espiritismo para os não espíritas.
O dirigente espírita eficiente e eficaz divulga o Espiritismo também para os não espíritas (respeitando, no entanto, a crença que professam).
O dirigente espírita eficiente preocupa-se com a união do pessoal do seu Centro Espírita.
O dirigente espírita eficiente e eficaz, além de preocupar-se com a união do pessoal do seu Centro Espírita, têm como uma de suas fundamentais metas a união do seu Centro com os demais Centros Espíritas (sobre o tema “união” vide, na página seguinte, texto de Bezerra de Menezes).
Você é um dirigente espírita eficiente ou um dirigente espírita eficiente e eficaz?

Fonte: Site Espiritando

sábado, 19 de junho de 2010

Espiritismo era crime no Código Penal de 1890, punido com até 6 meses de prisão


O Portal de Notícias da Globo
02/04/10 - 07h30 - Atualizado em 02/04/10 - 07h30
Artigo 157 também previa multa de até 500 mil réis.
Espíritas foram processados por 'atentar contra a saúde pública'.
Ricardo Muniz Do G1, em São Paulo
A partir de 1890, ser espírita no Brasil era crime punido com multa e detenção de 1 a 6 meses. Nem a declaração do país como Estado laico, em 1891, ajudou. Antes da República, os espíritas eram alvos costumeiros de ataques da imprensa, reclamações de médicos e oposição da Igreja Católica. Depois, com Constituição republicana e tudo, ficou ainda pior.
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Espíritas também teriam sido usados como bodes expiatórios para diminuir a oposição do catolicismo ao regime republicano
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A situação nada confortável é um dos temas tratados pela socióloga Célia da Graça Arribas em sua dissertação de mestrado, defendida na USP em 2008 (“Afinal, espiritismo é religião? – A doutrina espírita na formação da diversidade religiosa brasileira”, trabalho orientado pelo professor Flávio Pierucci).
• Apresentar o espiritimo como religião era visto como solução portadora de uma segurança legal que era sentida como premente para a existência do movimento em chão brasileiro"
Contradições
Na primeira Carta republicana, promulgada em fins de fevereiro de 1891, o artigo 72 previa que “todos os indivíduos e confissões religiosas podem exercer pública e livremente o seu culto”.
Um ano antes, um decreto (o 119-A) já instituía plena liberdade religiosa: “É prohibido à autoridade federal, assim como à dos Estados federados, expedir leis, regulamentos, ou actos administrativos, estabelecendo alguma religião, ou vedando-a, e crear differenças entre os habitantes do paiz, ou nos serviços sustentados à custa do orçamento, por motivo de crenças, ou opiniões philosophicas ou religiosas”.
Mas entre uma norma e outra, em 1890 o Código Penal tornou o espiritismo, por não considerá-lo uma religião, assunto para delegacias de polícia. “Praticar o espiritismo, a magia e seus sortilegios, usar de talismans e cartomancias para despertar sentimentos de odio ou amor, inculcar cura de molestias curaveis ou incuraveis, emfim, para fascinar e subjugar a credulidade publica [art. 157, na grafia da época]” era crime punível com “prisão cellular por um a seis mezes e multa de 100$000 a 500$000 [100 mil a 500 mil réis]”.
“Prisão celular” é o mesmo que privação de liberdade, em regime fechado, cumprida em penitenciária. A multa máxima correspondia a cerca de US$ 270 pelo câmbio de 1890. Segundo Célia, os efeitos práticos desse artigo se estenderam até a década de 1960 (mesmo com as alterações do Código de 1940, vigente até hoje).
A norma – que associa o espiritismo a rituais de magia e adivinhações – refletia a pressão do clero católico, dos positivistas e até mesmo da classe médica, “temerosa da disseminação sem controle do curandeirismo”.
Por outro lado, os espíritas também foram usados como bodes expiatórios para diminuir a oposição do catolicismo ao novo regime, causada pelo desatrelamento entre a Igreja e o Estado. Em consequência do novo Código Penal, vários espíritas foram presos a partir de 1891. Em muitos processos, foram acusados de “atentar contra a saúde pública”.
A socióloga defende que a reivindicação do caráter religioso do espiritismo durante a primeira República representou justamente a escolha de uma via de legitimação social. Esse caráter religioso não era algo definido desde o início do espiritismo – nem na França, nem no Brasil. "Apresentar o espiritismo como uma religião era visto como solução portadora de uma segurança legal que era sentida como premente para a existência do movimento espírita em chão brasileiro", escreve Célia.

CHÁ DAS CASAS ESPÍRITAS




No dia 13 de junho a UME-União Municipal Espírita, entidade que representa os Centros Espíritas da região realizou seu chá anual com o intuito de arrecadar fundos para a vinda da palestrante espírita Srª Suely Caldas Schubert.
Obrigado a todos os participantes.

sábado, 12 de junho de 2010

ESTÁS DEPRIMIDO?

Não estás deprimido, estás distraído.
Distraído em relação à vida que te preenche, distraído em relação à vida que te rodeia, ruas, praças, rios.
Não caias como caiu teu irmão que sofre por um único ser humano, quando existem cinco mil e seiscentos milhões no mundo. Além de tudo, não é assim tão ruim viver só. Eu fico bem, decidindo a cada instante o que desejo fazer, e graças à solidão conheço-me. O que é fundamental para viver.
Não faças o que fez teu pai, que se sente velho porque tem setenta anos, e esquece que Moisés comandou o Êxodo aos oitenta e Rubinstein interpretava Chopin com uma maestria sem igual aos noventa, para citar apenas dois casos conhecidos.

Não estás deprimido, estás distraído.
Por isso, acreditas que perdeste algo, o que é impossível, porque tudo te foi dado. Não fizeste um só cabelo de tua cabeça, portanto não és dono de coisa alguma. Além disso, a vida não te tira coisas: te liberta de coisas, alivia-te para que possas voar mais alto, para que alcances a plenitude.
Do útero ao túmulo, vivemos numa escola; por isso, o que chamas de problemas são apenas lições. Não perdeste coisa alguma: aquele que morre apenas está adiantado em relação a nós, porque todos vamos na mesma direção.
E não esqueças, que o melhor dele, o amor, continua vivo em teu coração.
Não existe a morte, apenas a mudança.
E do outro lado te esperam pessoas maravilhosas: Gandhi, o Arcanjo Miguel, São Agostinho, Madre Teresa, teu avô e minha mãe, que acreditava que a pobreza está mais próxima do amor, porque o dinheiro nos distrai com coisas demais, e nos machuca, porque nos torna desconfiados.
Faz apenas o que amas e serás feliz. Aquele que faz o que ama, está benditamente condenado ao sucesso, que chegará quando for a hora, porque o que deve ser será, e chegará de forma natural.
Não faças coisa alguma por obrigação ou por compromisso, apenas por amor.
Então terás plenitude, e nessa plenitude tudo é possível sem esforço, porque és movido pela força natural da vida. A mesma que me ergueu quando caiu o avião que levava minha mulher e minha filha;
a mesma que me manteve vivo quando os médicos me deram três ou quatro meses de vida.
Deus te tornou responsável por um ser humano, que és tu. Deves trazer felicidade e liberdade para ti mesmo.
E só então poderás compartilhar a vida verdadeira com todos os outros.
Lembra-te: "Amarás ao próximo como a ti mesmo".
Reconcilia-te contigo, coloca-te frente ao espelho e pensa que esta criatura que vês, é uma obra de Deus, e decide neste exato momento ser feliz, porque a felicidade é uma aquisição.
Aliás, a felicidade não é um direito, mas um dever; porque se não fores feliz, estarás levando amargura para todos os teus vizinhos.
Um único homem que não possuiu talento ou valor para viver, mandou matar seis milhões de judeus, seus irmãos.
Existem tantas coisas para experimentar, e a nossa passagem pela terra é tão curta, que sofrer é uma perda de tempo.
Podemos experimentar a neve no inverno e as flores na primavera, o chocolate de Perusa, a baguette francesa, os tacos mexicanos, o vinho chileno, os mares e os rios, o futebol dos brasileiros, As Mil e Uma Noites, a Divina Comédia, Quixote, Pedro Páramo, os boleros de Manzanero e as poesias de Whitman; a música de Mahler, Mozart, Chopin, Beethoven; as pinturas de Caravaggio, Rembrandt, Velázquez, Picasso e Tamayo, entre tantas maravilhas.
E se estás com câncer ou AIDS, podem acontecer duas coisas, e ambas são positivas:
se a doença ganha, te liberta do corpo que é cheio de processos (tenho fome, tenho frio, tenho sono, tenho vontades, tenho razão, tenho dúvidas)
Se tu vences, serás mais humilde, mais agradecido... portanto, facilmente feliz, livre do enorme peso da culpa, da responsabilidade e da vaidade, disposto a viver cada instante profundamente, como deve ser.

Não estás deprimido, estás desocupado.
Ajuda a criança que precisa de ti, essa criança que será sócia do teu filho. Ajuda os velhos e os jovens te ajudarão quando for tua vez.
Aliás, o serviço prestado é uma forma segura de ser feliz, como é gostar da natureza e cuidar dela para aqueles que virão.
Dá sem medida, e receberás sem medida.
Ama até que te tornes o ser amado; mais ainda converte-te no próprio Amor.
E não te deixes enganar por alguns homicidas e suicidas.
O bem é maioria, mas não se percebe porque é silencioso.
Uma bomba faz mais barulho que uma caricia, porém, para cada bomba que destrói há milhões de carícias que alimentam a vida.

Facundo Cabral

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O QUE VOCÊ VÊ ?

Onde você vê um obstáculo,
alguém vê o término da viagem
e o outro vê uma chance de crescer.


Onde você vê um motivo pra se irritar,
Alguém vê a tragédia total
E o outro vê uma prova para sua paciência.

Onde você vê a morte,
Alguém vê o fim
E o outro vê o começo de uma nova etapa...


Onde você vê a fortuna,
Alguém vê a riqueza material
E o outro pode encontrar por trás de tudo, a dor e a miséria total.


Onde você vê a teimosia,
Alguém vê a ignorância,
Um outro compreende as limitações do companheiro,
percebendo que cada qual caminha em seu próprio passo.
E que é inútil querer apressar o passo do outro,
a não ser que ele deseje isso.


Cada qual vê o que quer, pode ou consegue enxergar.
"Porque eu sou do tamanho do que vejo.
E não do tamanho da minha altura."



Fernando Pessoa


sexta-feira, 4 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Programa Transição Entrevista - Suely Caldas Schubert

Nesta entrevista feita no Programa Transição da Rede TV, Suely Schubert fala sobre a Reencarnação - Acessem o link e vejam a entrevista.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

SOPÃO 27/05/2010

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 1/4)

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 2/4)

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 3/4)

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 4/4)

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 3/4)

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 2/4)

Programa Difusão Espírita - Primeiro Programa (parte 1/4)

Programa Difusão Espírita - Segundo Programa (parte 4/4)

Programa Difusão Espírita - Segundo Programa (parte 3/4)

Programa Difusão Espírita - Segundo Programa (parte 2/4)

Programa Difusão Espírita - Segundo Programa (parte 1/4)

O que fazer do Fracasso? - Isaias

Seminário Izaias Claro